A idolatria midiática orquestrada pela esquerda

Pergunto-lhes até quando irão cair nas garras e artimanhas desenvolvidas pela esquerda política? Em 2010 o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva fora eleito o ‘líder mais influente do mundo’ pela conceituada revista norte-americana Time. Sim, esta mesma revista que no longínquo ano de 1938 premiou o ditador nazista Adolf Hitler de Homem do ano, que inclusive foi secretamente indicado ao Nobel da Paz neste mesmo ano.

Em 2009, o bola da vez a conquistar o Nobel da Paz foi Barack Obama, o pseudo-defensor das minorias e apoiador do multiculturalismo nos Estados Unidos. É evidente o enfraquecimento da nação americana com a subida do queniano ao poder: a começar pela moralidade, pelos ataques contínuos à Igreja Católica e pela irrelevância em que é tratada a economia e pelos gastos extensivos com setores bélicos.

A idolatria midiática não se restringe à atualidade. É fruto de uma velha concepção de propragação de mentiras e ‘retoques’. Che Guevara não fora um brilhante estudante de medicina defensor dos pobres tal como mostrado no filme Diários de uma Motocicleta, de 2004 – e sim, um revolucionário cúmplice do assassinato de centenas de milhares de pessoas com a instalação do socialismo na Ilha de Cuba.

O que se vive em Cuba – tal como também na Coreia do Norte – atualmente é uma socialização da pobreza, em contrapartida, o luxo exacerbado da família Castro. O povo é socialista, mas o governo definitivamente não é. Só em 2005, Fidel Castro teve uma fortuna contabilizada acima de 550 milhões de dólares. E sim, Cuba vive pior hoje do que nos anos anteriores a 1959.

Não defendo aqui uma ditadura a exemplar a de Fulgêncio Batista, mas é de se reparar que a mídia brasileira, amplamente dominada por setores marxistas, condena ditaduras que buscavam proteger essencialmente a cultura de uma nação – tal como a Ditadura no Brasil em 1964 – enquanto proclamam-se à favor de ditaduras corruptas ateias.

Lula é considerado por toda a mídia nacional – e também internacional – um herói, um digno defensor das classes há tanto oprimidas pelo capitalismo opressor, ao qual ele mesmo proclama-se vítima do modo de produção capitalista (ele perdera o dedo mindinho na siderúrgica Aliança), uma figura que tanto faz lembrar a imagem paterna de Getúlio Vargas.

O que falar do filme Lula, o Filho do Brasil? Um filme produzido pelo socialista Fábio Barreto e que teve custos provenientes – ligados indiretamente, que fique claro – através do BNDES. Não coincidentemente, o filme tratou de ir em exibição justamente em 2010, ano de eleição presidencial, para influenciar o eleitorado brasileiro a votar na esquerda do PT.

Assistam em breve, a construção do mito Joaquim Barbosa. Há algumas nobres classes que apoiam, inclusive, uma futura candidatura do ministro do Supremo Tribunal Federal à Presidência da República. Não é de sempre que desconsideram o fato de que o mesmo fora indicado ao posto de ministro pelo ex-presidente Lula, não pelo seu histórico exemplar de superação pessoal, mas pela sua cor de pele e pela política pública de favorecimento de algumas consideradas minorias pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Autor: Commoder

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